FEITIÇOS CULINÁRIOS



Toda bruxa que se preza gosta das misturas de aromas e sabores...
Eu adoro!!!
Gosto de inventar, criar, reciclar, variar as receitas.
Pra falar a verdade, nem consigo seguir à risca as receitas.
Leio pra lá e pra cá, pego a ideia central, 
consulto os ingredientes disponíveis,
vejo quais podem ser substituídos e mando ver!
No final, tudo dá certo!
Pode até não ficar tão "beautiful", 
mas (quase) sempre está "delicious"!

Ah! Só um detalhe: minha intenção aqui não é fazer um livro de receitas virtual. 

Essa é a cozinha aqui do blog, e assim como gosto de fazer em casa, 
costumo compartilhar os meus experimentos culinários 
e contar um pouco do que rola nos "bastidores" 
das minhas aventuras com o meu caldeirão. 
Mas, se, por acaso, você quiser algumas dessas receitas, 
é só deixar um recadinho nos comentários (com o e-mail), 
que enviarei pra você, com maior prazer, ok? 
Beijos




SANDUBA DIVERTIDO - Janeiro/2017
Tá a fim de experimentar um lanchinho bem legal nessas férias?  
Então, que tal um sanduba bem gostosinho e divertido?
Foi assim que surgiu a ideia de montar um sanduíche bem grandão e generosamente recheado com tudo que a gente gosta: tender de frango, pasta de ricota e requeijão, fatias de queijo muçarela, prato e queijo do reino e uma saladinha básica de alface e tomate.
Para ornamentar, tomatinhos cereja, uvas e fatias de laranja.
Ah! E para acompanhar, batatinhas chips. Tudo que a garotada gosta!




Ficou parecendo uma centopéia, né?


BOLO DE CENOURA: O BRASIL É OURO! - Agosto/2016
Domingão, 21/08/2016, encerramento das Olimpíadas Rio 2016. Num dia de tantas celebrações, não faltaram histórias inspiradoras. Muitos risos, lágrimas e o coração batendo forte. Haja coração pra acompanhar o ritmo alucinado desses atletas!  Confesso que não sou das torcedoras mais exemplares. Gosto de ver o brilhantismo de um ou outro esporte, como a ginástica, natação e vôlei e, na maioria das vezes, não entendo absolutamente nada.  Acho apenas bonito de se ver a garra e a determinação dos atletas, verdadeiros heróis, que se dispõem a enfrentar seus medos, desafiar seus limites e lutar por um lugar bem especial na história. E por falar nisso, as histórias e os caminhos percorridos por eles são, para mim, a parte mais interessante disso tudo.  Temos muito a aprender. São muitas lições de vida!
Mas quem disse que eu não me inspirei também? 
Tava eu ali na cozinha da minha casa, preparando o almoço,  e, ao olhar para as cenouras ( e elas para mim),  resolvi fazer um bolo que há tempo eu não fazia.
Deixe-me explicar:  eu não estava querendo fazer um bolo de cenoura qualquer, queria fazer “o bolo de cenoura”, entendeu?  
E não é que fui agraciada pelos deuses do Olimpo?
Gente, modéstia à parte, eu me superei! Foi o melhor bolo de cenoura que já fiz até hoje. 
A galera aqui de casa pode confirmar isso. Basta dizer que fiz dois bolinhos (usei duas formas pequenas), e um deles foi devorado ontem mesmo. Acredita?
Como me veio essa inspiração? Vou contar pra você agora mesmo ...
Assim que acabei de preparar o almoço, peguei o meu celular (santa tecnologia!) e busquei no Google uma receitinha básica de bolo de cenoura, só pra me certificar de que eu tinha todos os ingredientes. 
Li umas quatro receitas, eliminei duas. Escolhi aquelas que me pareceram mais simpáticas. ! Acabei mesclando as duas receitas. Olha a semifinal aí, gente!

Ingredientes para a massa:
3 cenouras médias em pedaçõs ( não sei se usei 3 ou 4)
3 ovos inteiros
1 copo (americano) de óleo (não sei se é grande ou pequeno, então usei uma xícara de chá pequena)
1/2 copo (tipo americano de leite ( usei a mesma xícara bem cheia)
3 xícaras de açúcar (usei um pouco menos, já pensando na cobertura)
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó ( usei 3 colheres de chá)

Descasquei as cenouras, cortei em pequenos pedaços (ao fim das contas, nem sei se foram 3 ou 4, e depois de cortadas é que eu não iria saber mesmo, né?)
Separei os demais ingredientes : leite, ovos, açúcar, farinha de trigo, fermento, óleo.  
"Xii, acho que essa quantidade de óleo tá um pouquinho exagerada" ...
Era a voz do meu “desconfiômetro” falando mais alto, também conhecido como intuição ou feeling, pra ser mais chique! 
Pra falar a verdade, não gosto de bolo que leva óleo e a gente fica sentindo o cheiro e o sabor do óleo depois de pronto. Decidi, então, reduzir a quantidade de óleo para quase a metade, por minha conta e risco! 
Ousada eu, não? Aprendi que a ousadia faz parte do negócio! Culpa das Olimpíadas! 

Em nome da experiência e da minha eterna mania de mudar as coisas, reduzi também um pouquinho do açúcar, botei um pouquinho mais de leite, troquei uma colher de sopa de fermento por 3 colheres de chá.

Bati no liquidificador a cenoura, o óleo, o leite até ficar um creme homogêneo. Nisso eu segui a receita à risca, afinal, um pouquinho de disciplina não faz mal a ninguém, né?
Depois disso, deveria ter misturado esse creme ao açúcar peneirado, mas achei que meu açúcar já estava fininho demais, por isso nem peneirei. 
Porém antes de mergulhar o creme numa "piscina de açúcar",  preferi deixá-la mais fofinha, misturando o açúcar com o trigo. Deixei os dois bem misturadinhos e depois fui acrescentando o creme de cenoura aos poucos, mexendo devagar. 
No fim, acrescentei  o fermento (minhas 3 colherinhas de chá).  Pronto!
Preparei as formas untadas e polvilhadas e o forno já estava bem quentinho a essa altura da competição.
Preferi usar duas formas pequenas. Não me pergunte por que motivo, mas acho que deve ter sido por força da dobradinha de ouro do Brasil (futebol e vôlei masculinos)! 
Os bolos assaram rapidinho, mas nem marquei quanto tempo, pois eu estava almoçando nessa hora.
Desenformei-os ainda quentinhos, cheirosos, dourados e fui preparar a cobertura. 
Queria uma cobertura de chocolate de verdade, tipo roupa de gala, nada de achocolatado, por isso nem olhei o que a receita previa para a tal cobertura.
Derreti em banho-maria uma porção de chocolate ao leite (não sei exatamente quanto, 200 g talvez), mexendo devagar até ficar bem cremoso. Depois juntei ½ caixinha de creme de leite para ficar ainda mais cremoso. Que maravilha!
Coloquei por cima do bolo e fiz ainda um charminho com um pouquinho de açúcar por cima.
E resultou nisso aqui:


Agora, fala sério, dá só uma espiadinha, nessa cor, nessa textura... hummmmm
Apaixonada pelo meu bolo de cenoura!

É ouro, é ouro, Brasil!






BATATAS NOTA DEZ, COM LOUVOR! - Fevereiro/2016
Já falei aqui no blog que os ares da prainha são inspiradores. 
O clima ajuda e as pessoinhas tão queridas, que sempre fazem a festa, ajudam mais ainda!
Dessa vez, juntamos férias de verão, mês de fevereiro, carnaval, vitória da Mangueira (até que enfim!) e, claro, meu aniversário. Motivos de sobra!

Impossível dar uma nota menor que 10!

Mesmo ainda convalescendo da dengue (ninguém merece!), reuni o pouco de disposição que ainda me restava e me aventurei: simbora mexer o caldeirão, que hoje tem festa!
Assim, reservei os ingredientes e arrisquei reproduzir uma receitinha de batatas recheadas que vi na web. Parecia muito fácil, mas como ainda não tinha feito em casa, não sabia se iria dar certo, afinal, tudo na prainha requer uma boa dose de criatividade e improviso. Nem sempre conseguimos lembrar de levar todos os ingredientes, nem sempre temos todos os utensílios de que necessitamos e nem sempre sabemos quais as reais condições do forno ... 
Bem, para felicidade de todos, o experimento deu muito certo! Ficou uma delícia!

Vou revelar agora os segredinhos pra você:
Forrei uma assadeira com papel alumínio, lavei bem as batatas, furei-as com um garfo. 
Nessa tarefa deu até pra descarregar bem as mazelas da dengue que ainda me incomodavam! 
Coloquei as batatas já furadinhas na assadeira, polvilhei um pouco de sal e coloquei um fio de azeite na superfície de cada uma delas. Esfreguei o azeite, espalhando-o por toda batata, o que também serviu para uniformizar o sal. 
Um pouco de carinho pra elas, em outras palavras. 
Coloquei-as de volta na assadeira e levei-as ao forno, que já estava aquecido. Deixei-as assando por uma hora (ou um pouco mais). Isso é algo que vai depender da potência do forno.
A bruxinha aqui não brinca em serviço: Aproveitei para agraciar os meus convidados, reservando uma batata para cada um: com todo carinho, mentalizei o nome de cada ilustre convidado durante o preparo (bruxaria das boas!) e sutilmente avisei que as batatas deles estavam assando. Que mal tem isso, né? Um aviso tão inocente! A gargalhada foi geral!Como era meu aniversário, você deve imaginar que só recebi boas energias dos meus convidados. Mas isso aconteceria dependentemente das batatas., pode acreditar!
Bem, enquanto o forno trabalhava direitinho, lá fui eu preparar o recheio. 
Escolhi fazer um recheio cremoso de frango desfiadinho com queijos de vários tipos (coalho, muçarela, do reino e parmesão eram os que eu tinha por lá), temperado com cebola, alho e cheiro verde picadinhos. A maciez ficou por conta do requeijão cremoso e creme de leite. 
Já estou habituada a fazer esse recheio para as minhas lasanhas de frango, macarronadas, etc. Portanto, pelo menos 50 % da receita já estava garantida!
Quando as batatas ficaram prontas, cascas bem enrugadinhas e douradas, retirei-as do forno e fiz uma abertura na transversal, usando o garfo, depois apertei as extremidades com as mãos  e as batatinhas gentilmente se abriram, macias e suculentas para receberem o recheio cremosíssimo. 
Você não imagina o cheiro que estava saindo da minha cozinha e se espalhando pelo ar. 
A vizinhança deve ter ficado enlouquecida!
A essa altura, meus convidados já estavam ansiosos para a hora da degustação.
Então, ali mesmo na assadeira, coloquei o recheio e polvilhei batata palha por cima. Já que tudo estava tão cremosinho, faltava uma certa crocância!
Foi só partir para o abraço, ou melhor, os abraços!!! Pois foram muitos, graças a Deus! Ah, e muitos elogios também!
Detalhe: não sobrou uma batatinha sequer para contar a história. 
Mas, ainda bem que tenho fotos e uma boa memória!


PIZZA NA PRAINHA - Fevereiro/2015
Quem disse que na prainha não tem pizza?  
A edição da Pizza da Mamma, que já mostrei pra você em outubro/2015, ganhou sua versão praieira e mais improvisada ainda. Ela virou um tipo X-tudão (tudo que tinha na geladeira) frango desfiado, presunto, calabresa, queijos, pão de forma, molho de tomate, azeitonas, cebola. 
Na mesma proporção era a disposição da galerinha para devorar tudo isso! kkkk
Aprovadíssima!









QUICHE DE BACALHAU - Bem-vindo 2016
O último dia do ano é sempre de correria. A gente sempre tem umas coisinhas que não quer deixar pro ano que vem e isso toma um tempinho! Quando menos se espera, o dia 31 de dezembro está acabando ...
A exemplo do Natal, preparo sempre uma comidinha para celebrar a chegada do novo ano junto com minha família.
Dessa vez, resolvi fazer uma Torta de Bacalhau, mas que, pelo tempo curto, acabou virando "Quiche de Bacalhau", que é uma tortinha aberta, sem cobertura.  
Essa receita é trabalhosa de fazer, porque o preparo do bacalhau requer um tempo para dessalgar, depois cozinhar, desfiar, eliminar as possíveis espinhas, enfim, é importante ter todo esse cuidado para evitar surpresas desagradáveis na hora da degustação.
Apesar da correria, gostei do resultado!
A massa ficou fofinha, tipo empada que se dissolve na boca. O recheio ficou cremoso e bem cheiroso. Caprichei na cebola, alho e cheiro verde. Tive a impressão de ter deslizado um pouquinho no sal. Achei que poderia ter ficado menos salgado. Fiz todo processo para dessalgar, deixei de molho de um dia para o outro, troquei a água várias vezes, etc e tal. Mesmo assim, depois que acrescentei os queijos ao creme do recheio, achei que comprometi um pouco o nível de sal. Fiquei encucada com isso e perguntei a várias pessoas que experimentaram e todas me responderam que estava ótimo e que o sal estava equilibrado. Isso me aliviou um pouco, mas, mesmo assim, da próxima vez, vou redobrar o cuidado com o sal. Fica a dica pra você também!
Que venha um feliz 2016 para todos nós!

Pode chegar, 2016!




COMIDINHAS DE NATAL - Dezembro/2015
Gente, comida de Natal é aquela que tem a cara da nossa família, o sabor e o cheirinho da cozinha da nossa casa. Comida que agrada às pessoas que a gente ama e que fazem o nosso coração bater mais forte.  
Acho lindas as mesas de Natal, bem arrumadas, bem ornamentadas, e claro com aquelas comidas maravilhosas, apetitosas. Mas nada disso adianta se não estiverem à mesa as pessoas que a gente ama. 
Gosto sempre de fazer alguns experimentos para o jantar de Natal. Uns dão certo, outros nem tanto. Costumo acertar, porque "conheço bem o meu gado"! hahahaha  
Conheço bem os gostos de cada um, então as novidades não precisam ser nada extravagantes. Basta que seja uma comida simples e gostosinha, que já é sucesso. 
Nesse Natal, além da tradicional ave suculenta e do arroz festivo, fiz umas entradinhas de camarão e queijo, e de sobremesa, um baita cheesecake de morangos. 
Acho que o resultado foi bem legal, pois comeram bastante e elogiaram. Êba!!

Para as casquinhas de camarão, usei aquelas massinhas prontas para pastel. Forrei as forminhas e levei ao forno por uns minutinhos. Preparei um recheio de camarão bem temperadinho  com cebola, alho, tomate, coentro, azeite e leite de coco ... ah! e um pouquinho de pimenta para dar um realce. Para dar a consistência mais firme, adicionei uma xícara cheia de ricota ralada. Botei o recheio nas casquinhas já assadinhas e crocantes e cobri com um pouco de queijo coalho ralado e também queijo parmesão. As folhinhas de coentro bem picadinhas deram o charme e o aroma bem nordestino. Ficou uma delícia!





Para fazer o cheesecake, foram necessários muitos moranguinhos fresquinhos e muito amor envolvido. Fiz a calda com os morangos, deixei cozinhar bem, inteirinhos, para preservar o formato. Aí preparei aquela caminha deliciosa de biscoitos maizena, triturados e amassadinhos com margarina. Forrei a forma de fundo removível. 

Depois fiz a parte cremosa, batida no liquidificados: leite condensado, creme de leite, ovos, ricota e requeijão cremoso. Não tem como errar!

Botei esse creme na forma, já forrada com a massinha de biscoitos. Deixei assar por aproximadamente 30 minutos. Retirei do forno, esperei esfriar um pouco, desenformei e coloquei a calda de morangos na parte de cima. 
Ficou lindo e delicioso!





TAPETE DE DOÇURA - Novembro/2015
Para fazer essa sobremesa deliciosa, foi preciso um pouco de criatividade para juntar os ingredientes e pouquíssimo tempo. Um desafio do tipo "se vira nos trinta"! Queria fazer uma sobremesa para levar para um almoço em família na casa da minha sogra. Pensei em fazer uma espécie de pudim com curau de milho que já vem pronto (tipo canjiquinha), que só precisa acrescentar leite de coco. Na verdade, por minha conta e risco, além do leite de coco, eu acrescentei leite condensado, creme de leite e leite em pó. A consistência ficou ótima! Fiz então a camada número um do meu "tapete".
Depois fiz um brigadeiro diferente, bati no liquidificador  o leite condensado, o creme de leite, chocolate em pó e algumas biscoitos maizena sabor chocolate. Levei ao fogo e mexi até que a consistência ficou quase no ponto de brigadeiro, tipo: querendo desgrudar da panela. Coloquei essa camada de brigadeiro em cima da camadinha do creme de milho, que já estava esperando no refratário. Resolvi, então,  triturar alguns biscoitos maizena, fiz uma camada fininha de pozinho de biscoitos e por cima, decorei com uma calda grossa de ameixa, também processada no liquidificador, por isso estava cremosa. O resultado? Essa delícia aí ...


Não sobrou pra contar história!



PIZZA IMPROVISADA DA MAMMA - Outubro/2015
Mais uma vez, nada disso estava nos meus planos... O cenário? Uma turma de jovens comemorando o aniversário do meu filho, uma tarde ensolada de sábado, a música rolando solta lá no jardim de casa... Toda essa energia boa, associada ao apetite dessa moçada, me fez botar a criatividade em xeque. Dei uma olhada na geladeira, conferi os ingredientes disponíveis e comecei a improvisar essa pizza retangular. Foram várias fatias fininhas de pão amanhecido, delicadamente arrumadas no refratário sobre fios de azeite. Daí me veio a ideia de fazer um creme com maionese, creme de leite e requeijão cremoso. Espalhei sobre a camada de pão e aí começou a brincadeira das camadas: uma caminha de queijo ralado (coalho e muçarela), outra camada de presunto, mais uma de queijo, rodelas de tomate no meio para ornamentar, rodelas de cebola nos cantos para perfumar (e não incomodar aos que não gostam dela), um pouco de orégano, mais um fio de azeite e forno! Rapidamente o cheirinho bom saía da minha cozinha e chegava até o jardim. Dá pra imaginar que a turminha ficou ainda mais agitada, quando me viu chegar trazendo a pizza quentinha, cortada em cubinhos... humm!
A julgar pelo pouco tempo que demorou para ser devorada, acho que devia estar mesmo tão saborosa quanto perfumada!


Pizza com amor e arte!


OMELETE DE CHARQUE ACEBOLADA COM AZEITONAS - Setembro/2015
Nada premeditado. Simplesmente acordei com vontade de preparar e comer charque ou carne seca, (pra quem é do sul/sudeste). Dei uma olhadinha nos ingredientes disponíveis e resolvi preparar uma omelete ao forno, sem gordurinha extra. A carne de charque foi cortadinha em cubinhos pequenos. Escaldada para dessalgar. Depois refogada com alho e cebola. Acrescentei coentro e azeitonas verdes picadinhas. O sabor ficou maravilhoso. Preparei os ovos bem batidinhos e preenchi as forminhas de cupcake, para que ficassem charmosinhas, as omeletinhas. kkkk Polvilhei com queijo parmesão e levei ao forno. Você consegue imaginar o cheiro que preencheu a minha cozinha e fugiu para a vizinhança? Uma delícia, posso garantir!
As fotos não me deixam mentir. Ficou com uma carinha ótima. A textura  perfeita: super fofinha! E o sabor foi bem aquele que eu estava esperando: uma delícia!




Matei minha vontade!




NEM SÓ DE CALORIAS VIVE UMA BRUXINHA -  Agosto/2015
Sem pretensão alguma, fui montando uma saladinha para colorir o almoço do domingão dos pais. Tudo muito simples e improvisado: alface, tomate, pimentão, cebola, azeitona, mini-milho, coentro picadinho e azeite pra temperar. Mas no final, ficou tão bonitinha, que resolvi compartilhar aqui com você.

Olha a saladinha aí, gente!



BOLO DE ARROZ CRU - Agosto/2015
Adoro novos experimentos e confesso que essa receitinha me despertou a curiosidade. Bolo de arroz cru? Como assim? Como uma boa bruxinha, o jeito foi experimentar, né? Pois bem, separei os ingredientes e botei a mão na massa! Segui a receita bem direitinho, o que exigiu de mim um certo controle, para não acontecer nenhuma escapadinha da lista. hahahaha O segredinho é que o arroz cru fica de molho em água fervente durante 15 minutinhos e, depois, colocam-se os demais ingredientes no liquidificador. Mais fácil do que isso, impossível! O bolo ficou muito gostosinho! Daquele tipo de bolo que chama por um cafezinho, sabe? Da minha experiência, tenho duas coisinhas a comentar e talvez modificar na próxima vez que eu me aventurar nessa receitinha ... A primeira é que deve-se observar melhor o tamanho dos ovos, pois acho que os ovos que usei eram grandes demais, então é bem provável que eu pudesse ter diminuído um ovo, sem prejuízo no resultado. Outra coisa: acho que o arroz poderia ter ficado de molho na água fervente um pouco mais. Observei que havia uns pedacinhos de arroz (fazendo croc-croc) nas bordas do bolo. A "crocância" é um resultado legal, mais acho que poderia ser mais equilibrado. Agora, a prova do "crime":



A pedidos, aqui está a receitinha:
1 xícara (chá) arroz cru
2 xícaras (chá) água fervente
1 pote de iogurte natural - 170 g
1/2 xícara de óleo
4 ovos
1 1/2 xícara (chá) açúcar
50 g de coco seco ralado
1 colher (sopa) queijo parmesão ralado
1 colher (sopa) fermento em pó
Coloque o arroz em uma tigela e coloque a água fervente, durante aproximadamente 15 minutos. Escorre e reserve.
Coloque o arroz já escorrido no liquidificador, junto com o iogurte , o óleo,os ovos e o açúcar e o qu bata. até misturar bem. Adicione o queijo, o o coco e o fermento e bata bem rapidamente. Coloque numa forma untada e enfarinhada e leve para assar em forno pré-aquecido ( 180 graus) até que esteja assado. Use um palito para verificar se já está assado por completo.



DELÍCIAS DA PRAINHA - Fevereiro/2015
Não foram poucas as bruxarias que rolaram na cozinha da prainha no mês que acabou de acabar.O clima convida. A família implora por uma deliciosa comilança.  Dá só uma olhada:


Moranga de camarão é uma iguaria que toda bruxa gosta de fazer e comer! 
Adoooro! É fácil de fazer e fica mesmo bonitona!  hahahaha
A abóbora deve ser cortada na parte superior  para fazer uma espécie de panelinha, com tampa e tudo. Depois de cortada, retira-se as sementes e as fibras que ficam na parte interna. Leva-se ao fogo numa panela com água (o suficiente para cobrí-la e enchê-la) com um pouco de sal. Usei uns palitinhos na tampa da abóbora para facilitar a movimentação. Você deve ficar de olho nesse cozimento, pois ela não deve cozinhar muito, pois precisa ficar inteirinha. Depois de cozida, retira-se do fogo, escorre-se a água. Retira-se um pouco da polpa da abóbora com ajuda de uma colher, para fazer uma espécie de purê, que será adicionado ao recheio. É preciso retirar a polpa com cuidado, para que as paredes da abóbora continuem firmes. Reserve a abóbora, pois é hora de caprichar no recheio.
Faça um purê com a polpa da abóbora já cozida. Prepare um ensopado de camarão, começando com um mix de tomate, cebola, pimentão, coentro e cheiro verde, que podem ser liquidificados ou bem picadinhos. Tempere com azeite, alho, vinagre e sal, um pouco de colorau. Leve ao fogo mexendo sempre, com um pouco de água e assim que começar a ferver, junte  leite de coco (que preferencialmente deve ser fresco, mas que, em nome da praticidade, também pode ser o industrializado). Quando esse molhinho estiver suculento, acrescente o purê de abóbora e, por último, os camarões descascados e pré-cozidos. Os camarões não devem cozinhar por muito tempo, para que fiquem macios. Acerte o sal, se necessário. Retire do fogo e recheie a abóbora.  Se desejar, pouco antes de servir, retire a tampa da abóbora, polvilhe queijo ralado por cima do recheio e leve ao forno para gratinar. Sirva quente! Prepare-se para receber muitos elogios, porque vai estar de-li-ci-o-sa!
Obs: Já fiz também moranga com o recheio de charque e fica também divina, só que com um sotaque mais pernambucano, visse?


Caranguejo ao coco é uma comidinha pra botar o papo em dia. Sim, porque não enche barriga, mas é um ótimo entretenimento! Pra começo de conversa, os caranguejos devem estar beeeem limpinhos: lavados, depilados e devidamente escovados  (eu costumo raspar todos os pelos, patinha por patinha, com a ajuda de uma faquinha e depois passo uma escova em todas as "dobrinhas"). Se não for assim, eu nem começo o preparo e nem como! Bem, feito isso, eles ficam com uma cara ótima e vão pra panela com água e sal, só para dar a primeira fervura e ficarem todos bem vermelhinhos. Aí vem a parte suculenta: preparar um bom molho de coco, para fazer o cozimento. O molho de coco é similar ao que já citei acima ( no preparo do camarão): tomate, cebola, pimentão, cheiro verde batidos no liquidificador, junto com um pouco de água, vinagre, azeite, colorau. Tempere ainda com alho e óleo de dendê (que vai dar um gostinho especial). Leve ao fogo, mexendo sempre. Depois acrescente o leite de coco. Aí, quando já estiver fervendo, vai mergulhando os caranguejos para cozinhar nesse caldo delicioso. O cheiro é ma-ra-vi-lho-so!! Gosto sempre de acrescentar um pouquinho de coentro picadinho, quando já está quase finalizando o cozimento, pois isso vai dar um realce no sabor. Aí você pode servir os caranguejos mergulhadinhos nesse caldo e também pode fazer um bom pirão. Para isso, retire os caranguejos e acrescente um pouco de farinha de mandioca (bem fininha) ao caldo e mexa devagarinho, para não empelotar. Para finalizar, leve o pirão ao fogo e cozinhe por uns minutinhos, mexendo sempre. Pronto! Agora é só sentar na beira do mar e ir saboreando aos poucos, enquanto rola uma boa conversa com a família e os amigos. Ah! Que delícia!

Feijoada é sempre uma prática e saborosa opção para alimentar um batalhão.
Naturalmente sou muito fã de feijão preto. No dia-a-dia costumo prepará-lo de uma forma simples, sem muitos itens gordurosos. Mas, quando se está na praia, é possível "abusar" um pouquinho das calorias. Então, vamos lá! Usei feijão preto (claro!) e alguns pedacinhos do porco, mas não todos os usuais de uma feijoada completa. Utilizei linguiça calabresa, pés de porco, costela de porco e charque. Todos dessalgados antes, para não comprometer a receita. Primeiro cozinhei as carnes numa panela de pressão, e em outra panela iniciei o cozimento do feijão, utilizando os temperos verdes liquidificados, juntamente com alho e cebola. Depois, quando as carnes (principalmente os pés do porco) já estavam ficando molinhas, retirei-as da panela e juntei-as ao feijão. Desprezei o caldo do cozimento inicial da carne, justamente para evitar as gordurinhas desnecessárias. Ajustei o sal e coloquei umas folhinhas de louro.  Deixei cozinhar bastante, mexendo de vez em quando para não queimar. Depois de pronto, servi com arroz branco, vinagrete e laranjinhas cortadas em rodelinhas. Nem preciso dizer que a galera lá de casa amou esse almoço, né?



TORTA DE FRANGO - ADEUS 2014 - Dezembro/2014
Na última tarde de 2014, fiz questão de botar a mão na massa para construir uma deliciosa Torta de Frango. Queria fazer uma coisa salgadinha e gostosinha para levar para a casa da minha mãe, já que iria passar o reveillon lá. E não é que deu certo !!!!



Confesso que "gastei" umas horinhas no preparo (fiz a massa, deixei descansar, preparei o recheio, cortei o frango, refoguei, adicionei o molho, mexi pra lá, mexi pra cá, etc, etc), quando vi, a tarde já tinha ido embora, já era noite e o cheiro da torta estava invadindo toda minha casa e, por certo, a vizinhança também... hahahaha 
O resultado saiu muito melhor do que eu esperava!


Essa massa de empada é daquele tipo que se dissolve na boca, fica fofinha mesmo. O recheio fica cremoso, mas bem consistente, pois é 80 % frango  e 20 % queijo! O milho, o cogumelo e e os pedacinhos de azeitona dão um toque bem especial.



Para arrematar, fiz uma camada de três queijos (ralados), botei por cima do recheio e antes de botar a última camada de massa, para fechar a torta. 
E para ficar com uma aparência irresistível, crocante e tostadinha, que tal mais um pouquinho de queijo por cima?
Pois é, não resisti e botei mais queijo! Adoooro!
  


Bem, já que foi assim, posso dizer que comecei 2015 com muita sorte! 
Saúde!



DELÍCIAS DO NATAL ... HO HO HO - Dezembro/2014
Na época do Natal, é bom preparar pratos lindos, decorados e gostosos. De preferência, sobremesas que tenham a carinha vermelhinha ou com aq
uela cobertura de neve de açúcar, né?
Pois é, só que aqui em casa não foi bem assim... Mil e um afazeres, ceia para preparar, mesa para arrumar, os últimos toques de decoração na casa, presentes para organizar, embrulhar, etiquetar... Tive que me virar em mil! Bem, na verdade eu queria mesmo mais horas para o meu Natal, assim daria tempo de preparar e curtir mais um pouquinho... Afinal, é uma época tão especial, né? 
Mas não tenho do que me queixar. O Natal foi ótimo! A família reunida, a casa toda iluminada para receber a boa energia do menino Jesus. Nossa ceia de Natal foi linda e abençoada!
Agora falando sobre as comidinhas, mais especificamente, as sobremesas,  resolvi fazer um pudim tradicional, que ficou delicioso, mas resistiu um pouco para sair da forma e por isso desmoronou... Agora me pergunte se sobrou algum pedacinho dele no dia seguinte!!! Nadinha de nada! hahahahaha
Aqui a foto pra você ver a carinha dele:


Bem, já que esse pudim não ficou assim... lindão,  resolvi fazer um cheesecake (pensando exatamente no vermelho e branco), mas na falta de morangos ( porque não tive tempo de ir comprar morangos fresquinhos), resolvi fazer com abacaxi. Poderia ter usado goiabada, mas já que é tão comum, preferi ousar e colorir de amarelo a minha sobremesa de Natal: um cheesecake de abacaxi!
Posso garantir que o resultado ficou divino! Um colorido lindo e um sabor maravilhoso.
Bem, começei pela cobertura de abacaxi. Cortei um abacaxi em cubinhos bem pequeninos e levei ao fogo com açúcar e um pouco de água. Deixei cozinhar bastante, até fazer uma calda espessa e obter um amarelo vibrante e apetitoso. Deixei esfriar.
Depois, fiz uma "caminha" de biscoitos (triturados e amassados com margarina) e forrei um refratário quadrado.


Então, parti para o próximo passo: o recheio!
Usei queijo coalho (sem sal), requeijão cremoso, leite condensado, creme de leite, uma colher de farinha de trigo e dois ovos. Bati todos esses ingredientes no liquidificador e em seguida coloquei na forma, já forrada com a "caminha" de biscoitos. Levei ao forno.


Quando ficou pronto, deixei esfriar um pouco e coloquei a cobertura (doce de abacaxi) com um pouquinho da calda, para ficar suculento, e decorei com uma uvinhas, para dar um toque de Natal.
Levei à geladeira por algumas horinhas.
Foi um sucesso na minha mesa de Natal!


E quem disse que a minha mesa de Natal não ficou colorida de verde e vermelho?

Feito por Vida Bolos, doces e cupcakes. Lindo, não?





LASANHA para alegrar o DOMINGÃO  - Outubro/2014
Almoço em família no domingo tem a cara e o sabor de uma boa e suculenta lasanha. 
A gente prepara antes ( pode ser no dia anterior) e põe na geladeira ou no freezer. Isso vai garantir mais tempo livre para desfrutar da companhia da família no domingão, já que vai ficar faltando apenas a parte do forno.
Primeiro costumo preparar o recheio. Pode ser à bolonhesa, mas o meu predileto é frango desfiado com molho de  três queijos.  
Dessa vez, fiz à bolonhesa (carne moída e os temperinhos todos liquidificados para ficar um molho bem grossinho: tomate, cebola, coentro, pimentão, cebolinha e alho). Na hora do cozimento, ainda coloco extrato de tomate, para dar aquela cor vermelhinha e apetitosa. Uso pouco sal tanto no cozimento da massa, quanto no recheio, porque ainda haverá sal nos queijos que vão ser colocados nas camadas de recheio e cobertura.


O segredo de cozinhar a massa é fazer aos poucos e deixar na panela apenas o tempo necessário para cozimento "al dente", que é assim um pouco durinha ( lembre que a lasanha ainda vai continuar o cozimento no forno). 
Como sempre uso esse meu refratário retangular ( adooooro esse velho companheiro de tantas comidinhas gostosas!!) , sei exatamente a quantidade de pedaços que formam uma camada. Por isso, vou cozinhando de 8 a 12 pedaços por vez. Assim que elas estão cozidas, vou tirando da panela e já arrumando no refratário. 
Gosto de adicionar camadas de queijo muçarela entre o recheio e a massa para dar aquele toque surpresa. 
Para finalizar, muito queijo: muçarela, coalho e parmesão para dar aquela textura maravilhosa na hora de gratinar. Gosto de perfumar com orégano e pedacinhos de azeitonas verdes.
Vou ficar devendo a foto do prato pronto ao sair do forno... É que o papo tava tão bom e a galera tão faminta, que me preocupei em servir e esqueci de fotografar... kkkkk






ESCONDIDINHO DE CHARQUE E CALABRESA - Outubro/2014
Fazer este prato é a certeza de agradar: tem um cheirinho delicioso quando está no forno e o sabor é maravilhoso. O visual é de encher os olhos, mas como sou suspeita, vou deixar que você constate ...
Bem, ele é chamado de escondidinho, porque quem vê o prato pronto, saindo do forno, não imagina quanto recheio tem lá dentro, nem quão delicioso ele é!
Pra variar um pouquinho, às vezes faço ao inverso, deixando uma parte do recheio à mostra... aí ele vira " amostradinho" ! kkkk
Costumo fazê-lo com muita frequência, por ser um prato fácil e que quase todo mundo gosta, além de ter um jeitinho pernambucano de ser. A propósito, esse é o principal motivo de costumar oferecê-lo às visitas "não pernambucanas", porque tenho certeza que,  ao prová-lo, logo vão saber em que solo estão pisando: um solo macio, generoso, acolhedor e ao mesmo tempo forte e de muita personalidade!
Tudo começa com um purê de macaxeira (ou aipim - como chamam as pessoas de outras regiões do Brasil) e que por si só, já e delicioso.  Nesse caso, especificamente, usei macaxeira colhida do meu quintal... Aí ainda ficou melhor ainda, porque ela já ficou assim molinha logo na primeira fervura. então, fazer o purê ficou muito fácil, né?


Depois, prepara-se o recheio: charque (ou carne seca) e calabresa picadinhas, refogadas com alho e cebola. O cheiro já começa a subir daí....


Depois disso, a montagem em camadas, que podem ser generosamente alternadas com queijo e presunto, o que é também uma forma de surpreender. 
O escondidinho vira quase uma lasanha à moda pernambucana...




Por cima vai bastante queijo coalho ralado, pode também usar muçarela (parece estranho escrever assim, mas é o correto, né? ). 
Você pode temperar com orégano e azeitonas verdes, se preferir.


O último passo é levar ao forno para gratinar.
Bem, já que eu estava com a mão na massa, fiz um, fiz dois... fiz três!



Gente do céu! Vocês precisam ver o quanto é apetitoso olhar pela janelinha do forno e ver o queijinho derretendo, a macaxeira borbulhando e o recheio querendo sair pelas bordas.
É de dar água na boca mesmo! Olha só!








PEIXE AO FORNO - Setembro/2014
Esse peixinho é uma receitinha super saudável e deliciosa. O peixinho (dessa vez fiz com tilápia), fica marinando umas horinhas no limão, alho e sal. Depois vai para o refratário por sobre uma caminha de azeite e rodelas de cebola. Depois, seguem as camadas intercaladas de cebola, pimentões, e mais filezinhos de peixe. Mais azeite, azeitonas verdes e vai ao forno coberto com papel alumínio, polvilhando um pouquinho de pimenta ralada e algum temperinho seco de sua preferência (alecrim, manjericão).  Deixa assando por uma hora aproximadamente ou até que o caldo fique bem reduzido.  Quando já está quase pronto, coloca umas rodelinhas de cenoura pré-cozidas. Deixa mais uns minutinhos no forno e depois é só partir pro abraço! Fica muito bom e suculento!







BOLO DE BANANAS PRA LÁ DE ESPECIAL - Agosto/2014
Essa é uma receitinha que costuma frequentar as mesas de parabéns lá de casa, as reuniões de família na casa dos meus pais e também na casa da sogra. Fala sério! É de encher os olhos, não é mesmo? Aprendi a fazer esse bolo com um primo querido, Mano, que mora em S. Paulo. Ele é "expert" nesses assuntos de nos surpreender fazendo gostosuras na cozinha, além do que é super generoso, pois me explicou direitinho o passo a passo da receita. Super fácil de fazer, massa batida no liquidificador (ovos, açúcar, laranja em pedaços - você pode ousar e bater a laranja com casca (acredita?!!)  mas deve tirar as sementes). O bolo fica fofinho! Uma delícia! Depois, numa tigela, você deve misturar esse conteúdo batido no liquidificador com os ingredientes secos (farinha de trigo e fermento). Só isso!
Cortar as bananas e  fazer a calda, derretendo o açúcar na forma que vai assar o bolo são os primeiros passos.
Então, você deve colocar  as bananas enfileiradas, uma fatia ao lado da outra, e sobre elas despejar a massa e levar ao forno. Depois de pronto, é só desenformar ainda quente, para que a calda não fique grudada no fundo da forma. Eu, com a minha velha mania de modificar as receitas, já coloquei bananas na massa e bati no liquidificado e deu certo.Também já coloquei maçãs raspadas dentro da massa e ficou ótimo. Fiz uma variação com as bananas cortadinhas em rodelas, ficou lindo! Costumo elogiar a versatilidade da banana em nossa culinária. Ainda não conheço um prato feito com bananas que não tenha agradado ao meu paladar .... hahahahahaha E você? Gosta de bananas?






CUSCUZ TROPICAL - HOMENAGEM AO PAPAI - Agosto/2014
Sempre nas datas comemorativas gosto de fazer algum experimento culinário e levar para a casa dos meus pais. Sabe como é que é, família toda reunida, um montão de gente e altos papos ao redor da mesa. Dessa vez, Dia dos Pais, fui buscar inspiração num prato muito simples, mas que meu pai adora e que faço para ele com frequência, sempre que ele vai jantar lá em casa: o cuscuz coloridinho ou tropical (pra ficar mais chique!). Na verdade, tudo começou com uma secretária que trabalhou lá em casa, chamada Nataly. Ela costumava fazer esse cuscuz e eu gostava muito. Certa vez, meu pai foi jantar lá em casa e eu pedi pra ela fazer. Foi tiro certeiro: ele gostou tanto que virou freguês. E assim, todas as vezes que ele ia jantar lá em casa, ela fazia o cuscuz. Ocorre que mesmo tendo saboreado essa gostosura tantas vezes, eu nunca a vi preparando o cuscuz, porque quando eu chegava do trabalho, ela já tinha ido embora. No ano passado, ela pediu demissão e foi embora de vez; nunca mais voltou. Então eu pensei: e agora? Ela foi embora e eu nunca aprendi a fazer aquele cuscuz. Será que eu acertaria fazer? Bem, eu só poderia tirar essa dúvida fazendo o tal cuscuz. Um dia, resolvi fazê-lo, justo no dia que meu pai iria jantar lá em casa. Arrisquei todas as minhas fichas! Afinal, se eu acertasse fazer a receita que eu imaginava que tinha na cabeça. iria receber a aprovação do melhor de todos os especialistas em degustá-lo: meu pai. E não é que eu consegui?  Fui usando meus dotes de bruxinha, mistura daqui, mistura dali e deu certo. Ele adorou! Disse que o meu cuscuz estava tão bom quanto o de Nataly. Aí, satisfeita da vida, corri pro abraço! Passei a fazer, então, o famoso cuscuz com toda tranquilidade, do meu jeito, e arriscando as minhas misturas e incrementos como sempre faço. Ele nunca reclamou de nenhum deles! kkkk
Na minha costumeira receita tem: flocão de milho, sardinha (em óleo comestível), sal, tomate, cebola, alho e coentro, ovos cozidos. Quando quero incrementar, acrescento: queijo coalho, palmito, azeitonas verdes, ervilhas, milho verde, presunto em cubinhos e o que mais a minha imaginação recomendar. Fica tão bom!
E foi assim que resolvi homenagear o meu pai, fazendo a receita predileta dele. Nem preciso dizer que ganhei um largo sorriso dele, ao saber da surpresinha que eu havia levado para ele.
E por esse sorriso, eu faço tudo outra vez!






DOCE DE MAMÃO COM CÔCO - Julho2014
Como nos tempos da minha avó Zefinha, olhei pro meu quintal e avistei um mamoeiro carregadinho. Ai me veio o desejo e uma boa ideia, acompanhada de água na boca: vou  fazer um doce de mamão com côco!
Mas cadê o côco? O coqueiro estava carregadinho também, mas precisava encontrar uma alma bondosa para conseguir colher pelo menos um, lá do alto.



Bem, colher o mamão foi fácil: dei uma esticadinha e ainda consegui alcançar com a mão, mas, pra falar a verdade, dessa vez foi mais fácil comprar o côco do que colhê-lo no meu quintal, acredita?
Começou então todo o loooongo processo.
Primeiro passo raspar o mamão verde, que na verdade, já estava com um pouquinho de cor. Agora a pergunta que não quer calar: quem vai pra panela primeiro: o mamão? O côco? ou tudo junto?
Liguei pra minha mãe e peguei umas dicas, pois já não lembrava mais como a minha avó fazia ... Só lembro que o sabor era maravilhoso.
Calma aí! Algo me disse pra procurar na internet. Os sites que visitei diziam que o mamão, depois de ralado, deveria ficar de molho de um dia para o outro, ou no mínimo trocar a água umas 4 ou 5 vezes a cada meia hora. Poxa!
Então, já que é assim, nem tanto ao mar, nem tanto à terra. 
Resolvi fazer algo intermediário: deixei  o mamão ralado de molho um tempinho, troquei de água umas 3 vezes, dei a primeira fervura, descartei a água, botei pra ferver novamente, reservei um pouco da água da fervura, misturei com o açúcar, e deixei cozinhando em fogo baixo, depois de quase uma hora, acrescentei o côco ralado, alguns cravos da Índia e deixei cozinhando lentamente por horas esquecidas. Lá pelas tantas da noite, resolvi apagar o fogo, pois não conseguia acertar o ponto e não aguentava mais esperar.
No dia seguinte, a surpresa: parecia uma cocada de mamão, durinho, durinho. kkkk
O jeito que teve foi remediar e levar ao fogo novamente com mais água e mais um pouco de açúcar para acertar o ponto. E dessa vez eu acertei.
Yes! Ficou delicioso!

Trabahosinho, mas beeeem gosotosinho!



SÃO JOÃO: FESTANÇA VERDE-AMARELA - Junho/2014
Nem poderia ser diferente: festa do milho, tudo verde e amarelo...só dá Brasil sil sil sil!
Família reunida para torcer pelo Brasil e cheirinho de comida de milho no ar! Uma trabalheira daquelas: raspa daqui, raspa de lá, rala o côco, mexe o tacho pra não queimar... é assim que se faz uma autêntica canjica. Não vou dizer que é fácil, porque não é. É bem trabalhoso mesmo! Mas o resultado é sensacional!
Além da canjica, fiz também Pamonha de Forno, que tem o milho triturado, com leite condensado, creme de leite, ovos e queijo ralado. Não tem como não ficar saboroso... Tudibom!








FORÇA TORCIDA BRASILEIRA - Especial niver do maridão - Junho/2014
Dia de jogo do Brasil na Copa é mais que motivo para reforçar as energias com uma comidinha preparada no capricho, não é? 
Aproveitando que era também aniversário do maridão, comemoramos duplamente. Uma surpresa salgada e outra doce. Bem melhor que o 0 x 0 do Brasil ....
A surpresa salgada foi esta Torta de Presunto e Queijo ( e calabresa e azeitona e tudo mais que a imaginação consegue alcançar e que você tem na geladeira! kkkkk)
Facílima de fazer, uma massinha leve, fofinha, que é batida no liquidificador e depois vai ao forno para o deleite do olfato de quem estiver em casa e na vizinhança também... Uma delícia!




A surpresa doce ficou por conta de uma variação da Palha Italiana com castanhas e creme de leite. Melhor dizer que é uma Palha Brasileirinha: uma versão mais cremosinha pra comer aos pouquinhos, com a colherzinha; uma forma mais divertida que encontrei pra colorir a festa e combinar com o bolo.
Bem,  o bolo comemorativo "51 uma boa ideia" foi criação minha (só o desenho), mas foi feito pela Ana Maria, uma confeiteira caprichosíssima aqui de Recife, que bateu um bolão (literalmente!) e fez o maior sucesso! O bolo ficou lindo e muito saboroso!!










MARYBROWN - Especial dia das mães - maio/2014
Uma receitinha tradicional de brownie, com um quê a mais de doçura, de brasilidade... Que tal adicionar coco ralado? Foi assim a receitinha para esse dia das mães.
Hummm ! Parece que o resultado ficou bom. 










GOSTINHO DE PÁSCOA - PALHA ITALIANA - Abril/2014
No feriadão da Páscoa fiz uma Palha Italiana lá na praia, pra animar minhas creonças. Afinal, era páscoa e um chocolatinho combinava superbem. Foi um sucesso!
Fácil, fácil de fazer: brigadeiro e biscoitos maizena quebradinhos. Só tem um detalhe: tem que deixar esfriar pra começar a comer! kkkk



Experimento 1: Na praia, inaugurando a receita. 

Experimento 2: só pra ver se aprendi mesmo! =)






FARRA NA PRAIA II - Abril/2014
E por que não PARAFUSOS COLORIDOS?
Praticidade é a palavra de ordem no "quartel da praia"... Essa massinha parafuso colorida com espinafre e beterraba fica perfeitinha com um bom molho à bolonhesa, salsichas, ovos cozidos e queijo parmesão... Você duvida?







SABADÃO DO COZIDO - Mar/2014
E quando chega o sábado e bate aquela vontade de  saborear um cozidaço com um montão de legumes e um pirãozinho que levanta até folha caída...
Pois foi assim que resolvi colorir o meu sábado: carne, batata, chuchu, abóbora, vagem, maxixe, quiabo, tomate, cebola, pimentão, coentro, cebolinha, alho e... que mais?





COMIDINHAS DE PRAIA - Fev/2014

Na praia, todo mundo sabe, dá aquela fome.
E quando estamos numa casa que tem uma turma da pesada, que adoooora uma comilança, impossível não aprontar umas bruxarias na cozinha.
Churrasco dia e noite, noite e dia, amendoim cozido pra garantir a energia das horinhas de lazer e conversa fiada, além  de rodadas de jogos culturais, tipo Master, Quest, Perfil... além dos intermináveis Banco Imobiliário, War...  também não podem faltar. Garantia de muitas risadas, sempre!

Então, já que tem plateia, vamos por em prática boas ideias...


Que tal uma MOQUECA DE PEIXE?
Cheirinho de peixe tem tudo a ver com praia. Sabor levinho e saudável também. O caldinho é um convite para acompanhar uma geladinha. Eu adoro ( mais do caldinho que da geladinha! kkkk) Panela de barro é essencial para realçar o sabor e dar aquele gostinho especial. O colorido é um espetáculo à parte... Fala sério! É de dar água na boca.
Usei postas de peixe ( acho que do tipo dourado... não estou bem certa, pois não sou um entendedora de peixes. Confio um pouco no que o vendedor fala, mas o meu "feeling" é que vai definir a minha escolha), tomate, cebola, pimentão, coentro, alho, sal, azeite, limão e leite de côco.




SANDUBA VIDA BOA - Out/2013
Este feitiço tem um objetivo definido: para homenagear colegas de trabalho, Manoel e Francisco, que estarão iniciando uma vida nova... Para encontrá-los agora, será preciso procurá-los no
"aposentados.softvida.com". Pois é, a partir de amanhã, eles poderão ajustar os compromissos com o relógio para somente quando "der na telha"...  Ô, vidinha mais ou menos!!! hahahahaha
Foi tão fácil de fazer! Usei fatias de pão de forma  (sem as cascas), recheio de atum amassadinho com requeijão, creme de leite, azeitonas picadas. É só usar um refratário e arrumar em camadas o pão e o recheio, intercalando-os com fatias de queijo mussarela e presunto de peru. Para finalizar e decorar, fatias de queijo prato, rodelinhas de cenoura e folhinhas de coentro. Ficou tão bonitinho, não foi?



Inspiração regada a amor de mãe




8 comentários:

  1. Uauuuuuuu!!!!!! Me deu uma baita vontade de comer tudo!!!!!! Principalmente sabendo que a sua mão de bruxinha é FORA DE SÉRIE......Ai!!!!!! E o bolo de abóbora?????? Ui, nem falar.....Beijo.....Eu, Regina

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    1. Esse bolo de abóbora é a minha cara! Cara de bruxa ! kkkkk Mas faz um tempinho que não faço... Da próxima vez que fizer, vou colocar as fotos aqui...Beijão, Rê!

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  2. Mulher de Deus!
    Me deu uma vontade de comer não só o doce de mamão com coco , como também o bolo da festa do maridao, a palha italiana , a torta salgada...meu estômago roncou!!!! Rsrsrs,,,,você e fora de série! Bjo grande!

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    1. Ai meu Deus...pior que a essa hora da noite, a barriga ronca de verdade ... Dá para imaginar quantas geladeiras estão sendo assaltadas nesse minuto? kkkk Beijos Rê!

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  3. E A RECEITA DO BOLO DE BANANAS ONDE ESTÁ??? :(

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    1. Aqui vai a receitinha do Bolo de Bananas

      Você vai precisar de 10 a 12 bananas nanicas (anãs) bem maduras cortadas em fatias ao comprido. Se preferir , você pode substituir por banana prata.
      Caramelo:
      Derreter aproximadamente 12 colheres de sopa de açúcar na forma que vai assar o bolo (preferencialmente um tabuleiro retangular).
      Espalhe bem o caramelo e coloque as fatias de banana. A parte cortada da banana vai para baixo. Reserve.
      Massa:
      Bata no liquidificador:
      4 ovos
      1 laranja pêra cortada em pedaços ( com a casca e sem sementes)
      1 copo (americano) de óleo
      2 copos (americano) de açúcar
      2 copos (americano) de farinha de trigo
      1 colher ( de sopa) de fermento
      Coloque a massa na forma, por cima da camada de bananas e leve ao forno pré-aquecido para assar por aproximadamente 30 ou 40 minutos.
      Observações:
      Desenforme ainda quente, porque assim a calda escorrerá por sobre o bolo e facilitará a retirada da forma.
      Se quiser mais sabor em sua receita, você poderá adicionar junto às bananas algumas maçãs cortadas em fatias finas ou raladas.
      Se fizer só o bolo, sem as bananas, depois de assado, coloque por cima 1 copo de suco de laranja bem doce e volte ao forno (já desligado), por mais um pouco.

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  4. Mulher estou louca aqui com as
    suas receitas!
    Bjins CatiahoAlc.

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    1. Hahahahaha! Que bom que você gostou. Modéstia à parte todas ficaram mesmo deliciosas e ao rever as fotos, fico com água na boca ... Hummm!

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