segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A árvore das escolhas

Estamos acostumados a ouvir dizer por aí: "a vida é feita de escolhas". Isso não deixa de ser verdade. Estamos fazendo escolhas a todo momento, não é mesmo?
Fazer escolhas faz parte do nosso crescimento, da nossa aprendizagem de vida.
Contudo, por mais que estejamos acostumados a isso, sabemos que fazer escolhas ainda é ...



um privilégio para poucos.

Infelizmente, há pessoas que não têm grandes chances de decidir sobre o rumo de suas vidas. A dura realidade da vida lhes impõe condições cruéis de sobrevivência, onde necessidades, desejos, sonhos vão sendo esmagados e distorcidos, a ponto de anular por completo o pouco que ainda lhes cabe de auto-estima e amor próprio.
Mas, mesmo assim, contrariando a todos os possíveis prognósticos, felizmente, vemos por aí centenas, milhares de exemplos de superação, pessoas que, apesar de todas as dificuldades, fazem valer sua essência e, guiados por um sopro divino, mantém o foco em valores e princípios de amor,  dignidade,  e caráter, e por isso,  fazem as escolhas certas: escolhem viver bem, ou melhor,  

escolhem viver o bem,

 ultrapassando assim todas as barreiras.

Dá gosto de ver!


Vendo por esse prisma, é que nos damos conta de quão felizes somos por poder exercer o nosso "livre arbítrio" e escolher o que vamos comer, o que queremos ver na TV, o melhor caminho para irmos ao trabalho, a roupa que iremos usar, a canção que queremos ouvir. Há escolhas que fazemos em nosso cotidiano sem dar a mínima importância, utilizando o nosso "piloto automático". Em contrapartida, há  escolhas complexas, e que exigem de nós muita atenção e cautela.

Quase sempre podemos escolher a profissão que queremos exercer, ou, de outro modo, vamos aproveitando as oportunidades de trabalho que a vida nos oferece. As escolhas profissionais costumam dar sentido às nossas vidas, porque nos permitem atingir grandes níveis de realização e desenvolvimento das nossas potencialidades. Porém, para que isso ocorra, é necessário que tenhamos feito as escolhas certas, ainda na época escolar.

Ampliando um pouco mais o horizonte, escolhemos (bem ou mal) as cabeças pensantes (pensantes?!) que conduzem os caminhos do nosso país, os chamados governantes,  Difícil abordar esse assunto aqui, ainda mais em se tratando de Brasil, não é? Ok, vamos deixar  pra outro momento, então ...

Voltemos, pois, ao nosso "umbigo" ...
E quanto aos nossos pais, nossa família? Não os escolhemos, biologicamente falando. Essas escolhas precedem a nossa existência ...
Mas,  há quem diga, há quem acredite (como eu!) , que até essas escolhas são feitas por nós, (sim, feitas por nós!), só que em outro plano, outra dimensão...
Lembrei agora da canção "Como Diria Blavatsky" de Jorge Vercillo, que traz  um diálogo entre o autor e o seu mentor  (de outra dimensão). Eis um trechinho e o link pra você conferir:

" Não sei olhar pra mim sem ser no espelho
Talvez porque não queira descobrir de onde vim, quem sou
Mas ao me deparar contigo eu lembro de um tempo ...
De um tempo em que os humanos não escravizavam os animais ...
De um tempo em que entendíamos que somos seres imortais.
Do outro lado da galáxia, era você o meu mentor
Brincando assim me preparava pro ouro e para a dor
Dessa missão que eu mesmo escolhi ...
- Você não vai saber por que está ali ...
- Você não vai saber lidar com seu poder ...
- Nem mesmo vai lembrar quem é, nem de onde vem ..."

                                     



Isso foi apenas um pequeno parêntese. Não vou trilhar essa linha de pensamento agora, porque também não é esse o propósito desse texto... 

Sigamos então pelas trilhas das relações afetivas, onde escolhemos nossos amigos, escolhemos nossos pares, companheiros de vida, alma e coração. 
Acho interessante fazer uma pequena pausa aqui. para observar o seguinte: muitas vezes decidimos com quem iremos conviver, mas não escolhemos por quem nutriremos um sentimento de amor ou amizade. Na verdade, quando nos damos conta, isso já aconteceu. Como assim? Quem mandou? 
É, nosso coração não é fácil! Ele é cheio de vontades, às vezes é pura rebeldia, às vezes surpreende e não admite palpites nem interferência nas escolhas que faz ...
Deve ser por isso que é chamado de "músculo involuntário"! Como diria Marisa Monte:

"O meu coração
É um músculo involuntário
E ele pulsa por você"

Escolhemos viver cada momento em que nosso coração pulsa.

Certa vez, li, num desses emails que circulam na internet, uma mensagem sobre um homem que, milagrosamente, escolheu viver após ter sido gravemente ferido num assalto. Ele estava entre a vida e a morte. Ao ser socorrido, um dos médicos socorristas perguntou-lhe se ele tinha alergia a um determinado tipo de medicamento e ele respondeu que SIM, mesmo sem ter noção de que medicamento os médicos pretendiam aplicar. Deste modo, ele atraiu para si todas as atenções de médicos e enfermeiros, que monitoraram de perto todos os sinais vitais dele até a chegada ao hospital, onde finalmente ele foi atendido e se recuperou. Foi num lampejo de vida que lhe restava que ele agiu, dando SIM à vida, dizendo: "sim, eu escolho viver".

Trazendo para o nosso cotidiano, devemos pensar em quantas oportunidades de fazer boas escolhas a vida nos permite. Às vezes, basta dizer SIM. E, em outros tantos momentos, será preciso aprender a dizer NÃO.

Então, vamos pensar um pouco sobre as nossas escolhas, sobre os reflexos que elas provocam em nós?
Pensemos, então, naquelas escolhas mais impactantes, mesmo sabendo que pequenas escolhas no presente poderão provocar consequências de grande importância no futuro.

Sabemos que o horizonte é o que nos move, é o nosso objetivo, é o nosso sonho, é a nossa verdade. Sem isso, a nossa caminhada não faz sentido.
Ter clareza de pensamento nem sempre é fácil. O momento que precede a escolha é quase sempre turbulento. Mas, as escolhas nos ensinam muito. Aprendemos a ponderar, a identificar pontos relevantes e aqueles nem tanto assim.

Escolher nos ensina também a reavaliar nossas metas, objetivos e o caminho que queremos trilhar. Isso faz parte de um correto processo de aprendizagem, isso nos faz crescer.
Os sonhos, os desejos e nossas necessidades nos ajudam a tomar decisões, embora tenhamos que estar com os pés firmados no chão para fazer a escolha certa. Parece até um pouco contraditório, mas não é. 
Ao tomarmos uma decisão, precisamos saber aonde queremos chegar e situar o passo atual numa escadaria que nos levará mais longe. De outro modo, é essa consciência do presente que nos faz escolher entre o caminho da direita ou da esquerda, a rota do norte ou do sul. Um passo dado hoje que nos conduzirá ao amanhã. Em outras palavras, é importante saber onde queremos chegar e, mentalmente, ir desenhando o caminho inverso até chegar no momento presente.
Ah! Tem outro detalhe importante: nem sempre os caminhos são diretos, retilíneos. Podem ser também tortuosos. Por isso, precisamos fazer desvios ou seguir por atalhos, tomar caminhos temporários que, mais adiante, nos permitirão retornar à rota desejada. Isso exige de nós paciência, determinação e perseverança..

Lembrei agora do filme chamado "Efeito Borboleta", que num vai-e-vém de cenas que mesclam passado, presente e futuro, mostram que as ocorrências de hoje resultam de decisões tomadas no passado e, do mesmo modo, passos dados hoje são determinantes para mudar completamente o rumo do nosso futuro.


Vejamos um exemplo bem simples desse fato:
Ação no passado: fazer a inscrição para o vestibular do curso de Física  na Universidade X em 1985.
Ação no futuro: receber o  Prêmio Nobel de Física em 2020
Aparentemente duas ações desconectadas, não é? Mas, se por alguma razão a inscrição no vestibular deixasse de ser feita, muitas outros caminhos poderiam ter sido percorridos, as provas do vestibular não seriam feitas, a aprovação não aconteceria, e o curso de Física sequer teria sido iniciado e também poderia nunca ter sido concluído, poderia nem haver especialização, doutorado, etc e o Prêmio Nobel nunca seria alcançado.

É comum sentirmos uma certa inquietação mediante a incerteza. 


Toda escolha traz uma (ou várias consequências). Isso é fato! Portanto precisamos avaliar as possíveis consequências advindas das nossas escolhas.
Ao fazermos uma escolha importante, é interessante buscar no passado informações que sirvam de embasamento para as nossas decisões. É preciso, então, fazer uma espécie de "paradinha estratégica" para melhor avaliar a situação. Não devemos nos envergonhar de olhar para trás. O importante é consolidar as atitudes corretas e adequar os passos que estiverem fora da linha, e então, seguir adiante.
Ah, mas não podemos esquecer daquelas consequências improváveis, que muitas vezes desafiam todas as previsões e acontecem.; a chamada " Lei de Murphy".
Quando temos que fazer uma escolha, dificilmente temos o controle de tudo. Sempre há o risco de que algo não saia exatamente como previsto. Além do que, sempre existe o fator surpresa, o inesperado, o acaso. E aí? O que fazer?
Temos que estar preparados para isso também: as consequências acidentais. Nesses momentos, precisamos executar o Plano B.  Que Plano B? Aquele plano que estava guardadinho na gaveta e que nem pensávamos na possibilidade de utilizá-lo um dia. Uma espécie de rota alternativa, que nos conforte, embora momentaneamente, e nos possibilite  retomar a rota inicial posteriormente.

Quanto mais importante a escolha, maior deverá ser o nosso esforço em prever as consequências, minimizar os riscos. Portanto, a responsabilidade é um peso que deve nortear a decisão.
Esse peso pode atrapalhar um pouco, pode nos impedir de alçar voos mais altos. O segredo está, como sempre, no equilíbrio.
Os limites são importantes, porque ajudam a manter a nossa integridade. Entretanto uma boa dose de ousadia e leveza não faz mal a ninguém, não é mesmo?
Medir as consequências nem sempre é uma tarefa fácil, mas elas precisam ser consideradas e bem avaliadas, pois teremos que suportá-las, qualquer que seja a nossa escolha.
Arrepender-se de uma decisão pode trazer muito sofrimento, mas, pensando bem, será que não há um jeito de retomar aquele outro caminho que foi deixado para trás?

Em muitas circunstâncias, os erros são grandes mestres. 


Portanto, mesmo que tenhamos que fazer um caminho mais longo, talvez valha a pena reconsiderá-lo, com a certeza de que, ao tomarmos o caminho correto, teremos percorrido por outros, que de alguma forma nos ajudaram a crescer, a refletir, a repensar nossas atitudes.

Ao longo da vida, e principalmente em momentos de dificuldade, é preciso saber ouvir. Às vezes, quem está fora da situação, pode ter mais clareza de pensamento e assim, ajudar-nos a considerar aspectos até então despercebidos, que facilitarão as nossas escolhas.
Conselhos podem ajudar, mas nem sempre. É importante ouvir o que algumas pessoas tem a dizer, não qualquer pessoa, claro! Devemos recorrer àquelas pessoas que são referências para nós. Pessoas mais experientes ou que tenham uma visão panorâmica sobre o assunto. Entretanto, ainda assim,  a decisão tem que ser amadurecida internamente por nós. É um processo que se inicia dentro de nós e deve estar bem sedimentado, para que não cause transtornos ou arrependimentos futuros.

Quando os elementos concretos para tomar a decisão não são suficientes, muitas vezes ouvimos nossa voz interior, nossa intuição ou sexto sentido.
Particularmente tenho esse "sentido" bastante aguçado (afinal, sou bruxa, né? kkk).
A intuição é algo que fica martelando na nossa cabeça e se apega aos aspectos pouco prováveis, ou que comumente não seriam percebidos. Isso nos faz acreditar no improvável, nos faz ter força para acreditar que é possível, embora a maioria das condições digam que não, há um fio de esperança que diz SIM. Nesses momentos, é imprescindível sentirmo-nos fortalecidos, é preciso ter autoconfiança e fé.

Apesar de todos os cuidados, as escolhas podem não ser as mais corretas. Arrepender-se de uma escolha não é exatamente o que esperamos. Porém, não há como ter 100 % de certeza de que iremos tomar o caminho correto. Nesse caso, o arrependimento vai sinalizar que tomamos consciência de que algo saiu errado e muito provavelmente faremos algum movimento para mudar, para corrigir, para recalcular a rota. Sendo assim, o arrependimento trará um bem, resultará em tomada de consciência, e portanto, em aprendizagem.

E é assim que cresce a nossa árvore de escolhas...

um eterno aprender.


Até breve!
Beijos



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28 comentários:

  1. Inspirada hein amiga!!! Beijos Déa.

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    1. Pois é, Déa! Inspiração, quando vem, tem que ser agarrada e ir pro papel, ops, quer dizer, pra telinha! kkkk Beijão, amiga!

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    2. muito interessante ,em nossa vida por estarmos em constante movimento,somos obrigados a tomar atitudes ou um caminho ,neste contexto nao inporta o exito mas ,que a foi escolhido uma meta ,nao inporta se errar varias vezes o que inporta e ´iniciar sempre; bem intencionado o que inporta e´acrescentar vida em nossos dias ,,,viver intensamente sem deixar de maravilhar-se com o movimento da vida ao nosso redor ,,,

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    3. Os nossos objetivos, as nossas metas servem como estímulo, uma motivação para lutarmos pelo que desejamos. Entretanto devemos estar cientes de que dificuldades existirão e, por isso, é preciso saber recomeçar, sempre que encontrarmos algum obstáculo. Obrigada, mais uma vez, pela sua contribuição, Wanderlei.

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  2. Cunhada,
    Olha eu aqui... Ufa!!! dessa vez consegui...kkkk
    Sempre estou navegando no seu blog e cada tema abordado é uma reflexão e um aprendizado... Essa árvore não é só da escolha, mas tbm do desejo, dos sonhos, da realidade e sim da vontade.
    Você como sempre com essa sede de inspiração, nos dando sempre de presente informações valiosas.
    Mil beijos com carinho, Zeilda

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    1. Que prazer ter você aqui, cunhadinha linda! Tava mesmo sentindo sua falta... Ainda bem que vc conseguiu vencer o dragão da tecnologia do anônimo! kkk Obrigada por todo esse carinho (que não é de hoje!!!). Quero ver você sempre por aqui. Beijos

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    2. Parabéns, Detinha. Texto maravilhoso! Bjs. Dione.

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    3. Obrigada, Didi. Fico feliz por você ter gostado. Um beijo

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  3. Escolhi fazer esta leitura e não me arrependi.
    Beijos no seu coração

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    1. Claudiane, se você não se arrependeu, acredito que você tenha gostado, não é? kkkk Fico muito feliz por isso ! Nesse mundo "web", totalmente globalizado, as opções de leitura são inúmeras. E o que facilita, também dificulta. Divulgamos para muita gente, mas quantos outras pessoas também estão divulgando seus escritos, seus pensamentos, suas ideias, seus blogs? E aí, acontece a magia... conseguir tocar o coração das pessoas certas. Acredito nisso! Obrigada e volte sempre que quiser! Bjs

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  4. Oi!
    Adorei vir aqui e fazer uma bela leitura,parabéns pelo texto e seu conteúdo,já estou a te seguir.
    Faço o convite para que conheça o meu blog,espero que goste.
    Felicidades.
    http://www.celiamariadesousarrudajacobino.com

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    1. Que bom que você gostou, Célia. Volte sempre que quiser. Vou conhecer o seu blog também. Obrigada pela visita e pelo convite. abração!

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  5. Só hoje li seu texto, estava um tanto ocupada,mas valeu a pena, é para ler e refletir. Beijão!!!

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    1. Não sei se foi intencional ou não ...vc não registrou o seu nome....
      Resta-me agradecer pela visita e também por ter deixado seu comentário. Abraços

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  6. Lindo texto, como refletiu um pedaço de mim!
    Ahhhh, ter escolhido você como amiga foi uma sábia decisão em minha vida!
    Parabéns pelo belíssimo blog, beijão!!

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    1. Sula, você é daquelas amigas que a gente encontra em algum momento da vida e não larga nunca mais! Obrigada pelas gentis palavras e um beijão pra vc!

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  7. As escolhas são sempre difíceis porque o caminho que edifica é o mais árduo e nós, como seres em evolução que somos, ainda não aprendemos a aceitar as dificuldades como forma de evolução. Muito bem postado este texto. Gostei muito e partilho!
    Um grande abraço!!!

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    1. Com o passar do tempo, há uma tendência a aprendermos as lições e os caminhos que devemos percorrer, mas nem sempre é assim. ... Cada pessoa tem uma estrada específica a ser percorrida. Obrigada, Malu! Agradeço demais seu comentário.

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  8. Ildete Medeiros!
    Acostumado (mal) a comungar do abstrato, da ficção, da ilusão, dos sonhos, das fantasias, das expectativas e das incertezas da vida, num plano quase sempre imaginário, visitei o teu Blog e me surpreendi praticando leitura dinâmica na Internet, ao ler este teu maravilhoso texto "A árvore das escolhas", conformado que estava já com as comunicações monossilábicas da massacrante maioria dos internautas... Será delicioso poder compartilhar com o meu público o teu Blog!!!
    Abraços do poetinha Armeniz.
    Palavreado marginal... O Blog do poetinha Armeniz.
    De Curitiba para um mundo de amor...
    http://blogdopoetinhaarmeniz.blogspot.com.br
    Google.com/AcirNizopoetinhaArmeniz/posts

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    1. Agradeço imensamente seus elogios, suas gentis palavras. Fico feliz por ter um espaço para partilhar meus pensamentos, de forma espontânea e descomprometida. Melhor ainda é encontrar pessoas que encontram nessas palavras a sintonia almejada, e ainda fazem a gentileza de registrar aqui suas impressões, assim como você o fez, Acir Niz. Muitíssimo obrigada!

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  9. maravilhoso este blog,porque tem sinpricidade,objetivo e essencia ,suas mensagens sao diretas e de facil entendimento ,acredito que vivemos em constante movimento em todos os sentidos e neste contexto o aprendizado ,vem a ser essencial ,cada dia ,uma energia e devemos estar aptos ao equilibrio e ser frecçiveis as diferenças dentro da pluralidade cultural ,,,as barreiras estao se quebrando e a globalizaçao nos poe em progressividade ,e alem das tecnologias devemos voltar a nos ,buscando um entendimento livre para termos qualidade de vida com consciencia e interaçao com a natureza e o sagrado elo da vida que une tudo com todos , ,,,

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    1. Obrigada pela sua contribuição Wanderlei. Também acredito na força da simplicidade como forma de chegar ao coração das pessoas. Abraços.

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    2. agradesço a interaçao ,fico feliz em aprender com este blog e sua estimada autora acreditando,estar na sinplicidade o maior requinte ,,,

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  10. Mais uma vez, obrigada! Volte sempre que quiser!

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  11. Oi querida, uma opinião... Coloque sua página no fundo branco com letras pretas pois fica mais legível. Infelizmente este fundo com essas letras impossibilitam muito a leitura. Não consegui ler...

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    1. Maria Lúcia, obrigada pela sua opinião. Devo lhe dizer que deve haver algum problema de configuração em seu computador ou navegador, porque o fundo da página do blog, no local onde são escritos os textos, é cinza escuro e, as letrinhas são azul claro, justamente para permitir o contraste e facilitar a leitura. Espero que você consiga ajustar e volte a me visitar e consiga ler os textos. um grande abraço pra você!

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  12. Nestes dias de dificuldades para tantos está é uma excelente leitura para começar o mês que se inicia com um ânimo a mais. Parabéns isso ajuda as pessoas.

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    1. Que bom que você gostou, Fábio. Esse texto é sempre atual e propício, pois a gente passa a vida inteirinha fazendo escolhas. Acertando aqui, errando ali, enfim aprendendo a viver, não é? Grande abraço pra você e obrigada pela visita!

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